Gráficos de Barras

O que são? Os gráficos de barras são muito conhecidos e habitualmente bem interpretados. São usados para comparar diversos tipos de variáveis: categorias de variáveis qualitativas (mulheres/homens), valores de variáveis discretas (1, 2, 3, 4), intervalos de observações em variáveis contínuas (<25%, 25% a 75%, >75%). Foram publicados pela primeira vez em 1786 pelo mesmo autor que 14 anos mais tarde criou os gráficos circulares: William Playfair.

Como se constroem? Os gráficos de barras mais comuns fazem corresponder uma das dimensões – comprimento ou largura, consoante se trate de um gráfico de barras verticais ou horizontais – à magnitude da variável representada. Neste tipo de gráficos, o leitor extrai os valores através da visualização da posição das barras relativamente a uma escala comum. A leitura do gráfico é feita por via da comparação entre barras: inferir qual é a de maior e menor magnitude, mas também quanto de uma “cabe” dentro de outra e, por essa via, estabelecer proporções visuais. Porém esta propriedade impede que se admitam quebras de escala em gráficos de barras.

As inúmeras utilizações das barras: Não há um tipo único de gráfico de barras para uma determinada informação. As opções são diversas e dependem do tipo de dados que se pretende representar, mas também do realce a dar a esses mesmos dados. Os gráficos de barras horizontais são os mais indicados quando as designações das categorias são extensas, mas não só. Os de barras sobrepostas permitem destacar, por exemplo, um período temporal mais recente e relegar para segundo plano um período mais antigo. Para melhor comparar cruzamentos de categorias (ex: mulheres/homens entre momentos distintos), recorre-se às barras agrupadas. Existem outros modelos gráficos tributários deste formato como sejam as pirâmides etárias, as matrizes gráficas ou os histogramas.

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