Gráficos menos comuns

Existem, porém, modelos gráficos multivariados com maior potencial de divulgação como os gráficos polares ou de radar ou as “Caras de chernof”. Ambos mais vocacionados para ajudar o leitor a construir padrões do que a retirar valores exatos ou estabelecer comparações rigorosas.

Porque não os gráficos de pontos? São boas alternativas aos de barras e têm a vantagem de mostrar as posições relativas das categorias para que seja possível estabelecer quem está acima ou abaixo de um determinado valor. Ao contrário dos gráficos de barras, os de pontos não estão presos a uma escala de valores que se inicia em zero. Se os dados a representar forem valores-índice, a base será 100, mas pode também ser um valor médio ou um qualquer valor de referência.

Porque não os gráficos polares? Os também chamados gráficos de radar, são constituídos por diversos eixos integrados numa única figura radial, tendo cada segmento uma determinada escala de medida na qual são projetados os dados, tanto mais elevados quanto mais longe do centro se posicionarem. Estes gráficos podem ser aplicados em várias situações, consoante o objetivo da representação:

  1. Comparação de indivíduos segundo um conjunto de variáveis ou categorias para uma mesma unidade de medida;
  2. Comparação de diferentes variáveis num conjunto de indivíduos, com magnitudes e/ou unidades de medida distintas e provenientes até de fontes diversas;
  3. Representação de evoluções temporais.

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